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29/10/2012

Empate final na maré negra de Oceano (0-0 frente à briosa)

Árbitro
Bruno Esteves

Assistência
25 056

Titulares: Rui Patrício; Santiago Arias, Khalid Boulahrouz, Marcos Rojo e Emiliano Insúa; Fabián Rinaudo (cap.), Stijn Schaars e Adrien Silva; Valentín Viola, Danijel Pranjic e Ricky van Wolfswinkel.
Suplentes: Marcelo Boeck; Xandão; Gelson Fernandes e Marat Izmailov; Jeffrén Suárez e Diego Capel; Betinho.
Fora da Ficha de Jogo: Cédric Soares.

Golos: Nada a registar.
Substituições:
  • 45' -  Entra Gelson Fernandes, sai Santiago Arias.
  • 58' -  Entra Marat Izmailov, sai Adrien Silva.
  • 70' -  Entra Betinho, sai Khalid Boularouz. Fabián Rinaudo recua para a posição de defesa-central.
Disciplina:
  • 44' - Cartão amarelo para Adrien Silva. Boa falta do médio (embora após erro próprio), a evitar que a AA Coimbra ficasse em superioridade numérica junto à área do Sporting CP.
  • 73' - Cartão amarelo para Fabián Rinaudo. Por travar contra-ataque da briosa.
  • 79' - Cartão amarelo para Danijel Pranjic. Por protestos.
  • 81' - Cartão amarelo para Valentín Viola. Por puxar Wilson Eduardo.
  • 88' - Cartão amarelo para Ricky van Wolfswinkel. Por simular grande penalidade. 
  • 90' - Cartão amrelo para Marat Izmailov. Por entrada dura sobre Makelele.

Sinal Mais: Rui Patrício, Santiago Arias, Fabián Rinaudo, Valentín Viola, Assistência (25 056).
Sinal Menos: Marcos Rojo, Gelson Fernandes, Stijn Schaars, Ricky van Wolfswinkel, Bruno Esteves (árbitro).

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3 comentários:

  1. A TODOS OS QUE TEM COLOCADO LÁ ESTE BANDO DE MER...Á FRENTE DO SPORTING,NOS ULTIMOS ANOS...UM FELIZ NATAL...POIS SÂO MERCEDORES.

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  2. Foi mau demais. Foi angustiante. Foi de levar ao desespero. Uma equipa perdida psicologicamente e sem capacidade para impor a sua qualidade em campo. Não há optimismo que consiga resistir ao que se tem passado, semana após semana, quando o Sporting entra em campo. Voltámos a não sofrer golos, algo que só tinha acontecido com V. Guimarães e Basileia, mas por outro lado o ataque foi miserável. Sem dinâmica, sem desequilíbrios e com uma estratégia muito mal pensada, à espera que uma consistência da mediocridade pudesse fazer a diferença. Oceano também é culpado, muito culpado. Afinal de contas, isto também é o Sporting.

    Gosto de acreditar que aprendi a ser do Sporting, ninguém me ensinou, ninguém me forçou ou indicou o caminho. Encontrei uma figura a copiar na família e percebi com ela o sportinguismo. Dava-me lições do que era o Sporting mas sem me impor o que quer que fosse. Mostrava-me o que o clube tinha de bom sem sequer precisar de dar a entender o que tinha de mau. Era a fase do jejum, ninguém deixava passar isso em claro. Não faltavam adultos a promover lavagens cerebrais, a ridicularizar o Sporting e a vangloriar o Benfica. Ser do Sporting era mais do que isso, era ter orgulho.

    É perfeitamente natural que tenha uma visão mais romântica daquele tempo, de achar que naquela fase, apesar de não ganharmos, é que era. Para mim, era porque havia Balakov, um mago búlgaro que fazia tudo. A classe abundava naquelas equipas, com Figo, Cadete, Peixe e até Nélson e Paulo Torres pareciam dois laterais de fazer inveja a todos os adversários. Ofensivos como se queria numa equipa com o Sporting. Mas sejamos honestos, essa geração apareceu num período em que o Sporting esteve 13 anos sem ganhar um único campeonato, uma única Taça de Portugal. Salvou-se uma Supertaça a que fomos por termos perdido a Taça de Portugal. Por outro lado, tenho a certeza que quem tenha nascido dez anos, dirá o mesmo do que eu mas sobre António Oliveira ou Manuel Fernandes. E que quem veio depois terá João Pinto ou Hugo Viana. É sinónimo do romantismo que sentimos quando estamos a crescer em volta de um fenómeno.

    O mundo mudou. O Sporting parece estar imerso numa nova fase terrível e leio constantemente desabafos de adolescentes que dizem que o Sporting não é isto. Têm 15, 16, 17 anos. Faço as contas e vejo que não sabem o que dizem. Só por terem aprendido a falar enquanto se ganhavam títulos, não quer dizer nada. O Sporting não devia ser isto, isso sim. Mas é isto. É isto agora, foi isto há 20 anos, foi isto praticamente desde a década de 60, em que se contentava por ganhar um título a cada três do Benfica.

    E o que posso dizer mais? Este Sporting está capaz de envergonhar o adepto mais optimista mas ser do Sporting continua a ser um orgulho. Ser do Sporting é ser diferente, sim. Não é melhor, nem pior, é diferente. Ter liberdade de escolha e optar pelo Sporting é único. Não é ser alternativo ou hipster, mas ter personalidade. Não é ser refém do "maior de Portugal" ou do que ganha mais. É abrir os olhos, ponderar e escolher um caminho, porque a vitória não pode ser o único fundamento de uma escolha, de uma paixão.

    Sofro com este Sporting. Sofro eu, sofres tu, sofrem os adolescentes que acreditam que isto não é o Sporting. Infelizmente, já não sofre quem me mostrou o que era ser do Sporting. Já morreu e é uma pena. Faz-me falta ter alguém tão próximo com quem partilhar este orgulho.

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  3. Quando não há vontade não se joga bem, Vercauteren bem que fazia que não na bancada ao ver a equipa jogar, espero que o belga puxe as orelhas a estes meninos, pois se não têm vontade para jogar há quem na equipa B tenha essa vontade!

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