Próximo Jogo

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12/05/2014

Sporting, que futuro?

Nota: A capa não se adequa ao propósito e conteúdo do post, mas podemos aproveitar o título do jornal de há 2 semanas para debater a nova novela de Portugal, Jorge Jesus ou Leonardo Jardim no AS Monaco FC?

O futebol português vive, neste momento, numa encruzilhada de treinadores. Muitas são as conspirações, as teorias e as fontes. Há quem diga que Jorge Jesus tem tudo certo com o Valencia CF ou AS Monaco FC, que Lopetegui foi apenas escolhido porque a primeira opção, Marco Silva, tem pré-acordo com o SL Benfica e que Leonardo Jardim será o escolhido pelo AS Monaco FC

Mas a principal novela da actualidade reside em França.

Face à influência de Jorge Mendes no Clube do principado francês - e também do director desportivo do Clube ou conselheiro do presidente Rybolovlev (Luís Campos, adivinhem por intermédio de quem), a próxima escolha deverá recair sobre dois dos melhores treinadores portugueses do momento. Naturalmente, Jorge Jesus será o nome mais consensual dentro da estrutura francesa, pela época que está a realizar, comparando com Leonardo Jardim que recolocou o Sporting CP na rota do título e garantiu-nos um lugar na Champions League na época vindoura. No entanto, as exigências do treinador do SL Benfica serão também elas outras. O salário que é avançado para Leonardo Jardim (cerca de 4M €/época) é o valor que Jorge Jesus aufere em Lisboa, actualmente, logo, para abandonar o barco a meio de um projecto que poderá ser dominante em Portugal nos próximos anos, a proposta terá de ser bastante aliciante e dispendiosa - que sejamos sinceros não constitui problema para o AS Monaco FC, embora também haja a questão de promessas de transferências, X dinheiro para investir, tradutores, personalidade algo complicada, e isso poderá baralhar as contas no que toca à escolha do treinador. Leonardo Jardim seria, portanto, uma escolha menos dispendiosa e mais fácil de se concretizar, no ponto de vista dos franceses.

Adiante, o ponto de discussão deste post centra-se no futuro do Sporting CP, com a possível saída do nosso treinador e com os substitutos que serão abordados e colocados na rota do nosso Clube nos próximos tempos. Esta possível saída (existe demasiada contra-informação, e não me admirava que isto tudo pudesse ser uma jogada da Comunicação Social para proteger o SL Benfica, antes da final de Turim, com os rumores acerca do seu treinador, mas acredito que ambos os cenários estão em cima da mesa e um dos dois será o escolhido), será um duro golpe nas aspirações do Sporting CP para a próxima época, mas não o fim do mundo. O madeirense fez um extraordinário trabalho à frente da nossa equipa, potenciou e valorizou duas ou três vezes mais o valor dos nossos jogadores, inclusive fez de Marcos Rojo um dos melhores centrais a actuar em Portugal, depois do jogador ter iniciado este processo de aprendizagem com Jesualdo Ferreira, recuperou os índices de confiança de Adrien Silva e tornou-o num jogador fundamental do meio-campo leonino, lançou Carlos Mané e fez de William Carvalho o que ele é hoje (sem descurar o trabalho do próprio jogador e a evolução natural que teve), manteve o sonho dos sportinguistas em festejar o título até ao jogo com o SL Benfica na Luz para o campeonato, podia ter feito história nas taças, não fosse o escândalo da Taça de Portugal e da Taça da Liga e obteve o acesso directo à liga dos milhões.

Este trabalho é em larga parte mérito do treinador e pressupunha continuação para o próximo ano. A sua saída causa-me algum transtorno, mas não me desmotiva nem me faz pôr em causa a próxima época (...) porque acima de tudo, aos dias de hoje, existe uma estrutura que sabe o que faz e saberá escolher novamente alguém capaz de manter o projecto do Sporting CP vivo.  A época 2014/2015 será totalmente diferente desta em que estivemos inseridos, o plantel irá disputar mais competições, terá de ser recheado com mais qualidade e a pressão da assumida luta pelo título será maior, ao que faria todo o sentido que Leonardo Jardim continuasse mas, verdade seja dita, quando se duplica o nosso salário em cerca de 10 vezes mais é difícil recusar. Contudo, o caminho faz-se para a frente e, neste momento, o Sporting CP tem visibilidade, tem uma equipa base, tem uma estrutura, tem motivos para acreditar que é possível manter o nível exibido esta época. Principalmente, se Jorge Jesus acabar por sair também (para o Valencia CF, por exemplo), ficando os três grandes em fase de transição.  

A minha opção principal para ocupar o lugar de Leonardo Jardim seria, sem dúvida, Roberto Martínez, treinador do Everton FC, mas confesso que é um desejo caro e talvez um pouco irrealista de momento (está muito bem cotado na Premier League e é constantemente associado aos tubarões ingleses), será um dos melhores no futuro. Marcelo Bielsa, também era uma das opções caso não tivesse assinado pelo Olympique de Marseille. Ficamos, portanto com três opções: Unai Emery, Marco Silva e... Vitor Pereira.

O primeiro tem feito um excelente trabalho na sua carreira (excepção feita à sua passagem pela Rússia) e ao comando do Sevilla FC rumou à final da Europa League, onde irá defrontar o nosso rival. Não será fácil conseguir o seu ingresso, mas o facto de poder disputar a Champions League será certamente atrativo. 

Depois, temos a opção mais natural e mais barata que reside mesmo a poucos km’s de Alvalade, Marco Silva. Fez o GD Estoril-Praia subir de divisão, potenciou imensos jogadores e levou-os às competições europeias. É verdade que o GD Estoril-Praia tem uma parceria com a Traffic, mas o seu trabalho foi notável e os seus conceitos de treino são muito positivos. Eventualmente, poderá haver o receio de alguns de se tornar no próximo Domingos Paciência ou Paulo Fonseca, embora o potencial seja indesmentível.

Resta-nos Vitor Pereira, antigo treinador do FC Porto. Dono de uma arrogância significativa - ou não tivesse ele o coração azul, por vezes controverso e polémico, com um sotaque inglês horrível, seria a minha escolha principal para treinador do Sporting CP. Apesar de todos os seus defeitos e da sua personalidade, o seu trabalho à frente do FC Porto foi positivo, acabando por se sagrar bicampeão nacional frente a um SL Benfica fortíssimo, a sua equipa estava preparada para todos os momentos dos jogos e a sua organização (ver jogos vs Jorge Jesus) era extremamente competente. Já conta com experiência europeia e sabe perfeitamente como funciona o FC Porto (seria um trunfo nos jogos contra eles), tem uma acesa rivalidade com Jorge Jesus, sendo dos poucos que sabe contrariá-lo e que apresenta armas para dar a volta à situação. Seria também uma oportunidade para demonstrar o seu valor novamente (algo que só foi valorizado pelos portistas esta época, depois da saída de Paulo Fonseca) e de provar que é realmente dos melhores em Portugal. No entanto, não acredito que BdC vá em frente com esta opção e que se sintonize com Vitor Pereira (feitios completamente diferentes), além disso teria que apostar na formação e aproveitar os jogadores dos nossos quadros (emprestados e Equipa B), algo que não sei se o próprio estará interessado, mas quem sabe... 

Outros nomes surgirão possivelmente na CS também, casos de Nuno Espírito Santo, Manuel Machado (?) e Pedro Martins
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15 comentários:

  1. parabéns,..excelente artigo, dos melhores que já li no SVPN,....
    o que se vai passa essa época passou-se o mesmo na anterior, a diferença é que conseguimos antecipar-nos ao porto e ter Leonardo Jardim, agora vai ser mais difícil encontrar um treinador ao nível do Jardim....

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  2. Estava para escrever algo sobre isto, num registo diferente, mas que acabaria por entroncar no que escreveste, pelo que me poupaste ao trabalho.

    Normalmente (com raras e óbvias excepções), sou a favor da estabilidade das equipas técnicas - não confundir com continuidade. Fui-o ainda na época passada com Jesualdo Ferreira e sou-o novamente esta época com Leonardo Jardim. Os resets e os reboots aos projectos só devem ser feitos quando absolutamente necessários, ainda que se possa inferir que a mudança de um treinador não significa necessariamente a mudança de um paradigma, sabemos que a própria especificidade de cada treinador altera as raízes do projecto.

    Ou seja, para mim, Leonardo Jardim só sairia perante uma compensação monetária realmente significativa (face à putativa cláusula de rescisão de 15M €), que não são os 3, 4 ou 5M € avançados pela imprensa mas, antes, algo mais perto dos 10M - e só se houver uma real impossibilidade de não se alcançar os 15M €, o que me parece ser o caso. Releve-se as vontades, da Direcção presidida por BdC e do próprio LJ, que serão cruciais para o desenrolar deste processo, e da própria vertente financeira para LJ, que terá um peso naturalmente fulcral, como aliás escreveste.

    Poder-se-ia inserir aqui a discussão meramente técnica acerca do trabalho de Leonardo Jardim, para se poder concluir se a saída dele será um revés ou um risco controlado. Como bem sabemos, LJ é um treinador metódico - porventura demais - e, não querendo ou não podendo ele, por teimosia ou incapacidade, alterar o paradigma de jogo da equipa, não auguraria algo de substancialmente diferente para a próxima época, no que aos níveis exibicionais diz respeito, muito sinceramente. Também por isto (mas não só), fui dizendo, ao jeito de futurologista amador, que qualquer coisa na ordem de um 3º lugar no campeonato de 2014/2015 para mim seria já bom (o atípico foi o 2º lugar desta época), esperando não mais que uma participação condigna na Champions League e o melhor que se possa fazer (porque depende sempre muito dos sorteios) na Taça de Portugal, atirando a Taça da Liga para onde merece, no canto mais distante da sala de troféus.

    Dito isto, e entrando já no campo do(s) possível(eis) sucessor(es) de LJ, com teorias da conspiração ou não, Marco Silva parece ser o homem melhor colocado para o efeito. De certa forma, se quisermos, tem até uma ascensão na carreira parecida com Leonardo Jardim, faltando-lhe a experiência fora de portas e o tal desafio de treinar uma equipa com outro tipo de pressão (como teve oportunidade LJ no SC Braga). Tecnicamente menos metódico quanto aos processos de jogo da equipa (pelo que foi possível ver com o "seu" Estoril), parece ter mais opções no seu cartel para ir mudando as dinâmicas de jogo consoante as necessidades da própria equipa e do adversário, em contraponto com LJ. Sim, confesso ter uma certa preferência por MS, que se sustenta também na incapacidade que acho termos para conseguir um treinador estrangeira na ordem dos três que elencaste aqui. E quanto a Vitor Pereira, é um definitivo não. Não por embirrar com ele, que embirro, mas por não lhe reconhecer capacidades técnicas para pegar numa equipa de somenos - como, convenhamos, é e vai ser o Sporting CP - e fazer deles um exemplo de superação individual e colectiva. Acho, portanto, que VP é daquele tipo de treinadores que precisa mesmo de muitos ovos para que a omeleta não chamusque e saia direitinha...

    (cont.)

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  3. (cont.)

    Se levarmos em conta o nó de forca financeiro do Clube, Marco Silva faz ainda mais sentido, até pelas renovações de plantéis que foi obrigado a operar, com o sucesso que se conhece, no Estoril...

    De resto, como nota final, dizer que não acho que irá haver decisão pelo menos até dia 15, por razões óbvias, a acreditar que JJ é um dos hipotéticos escolhidos para treinar o Monaco.

    O ano passado fiquei sincera e profundamente preocupado com a sucessão de Jesualdo Ferreira (felizmente não por muito tempo) e, se algo retirei dessa lição é que as saídas de treinadores nem sempre são más e que há que relativizar sempre as conjunturas. Os jogadores vão e vêm, os treinadores vão e vêm, os presidentes vão e vêm, o Sporting Clube de Portugal fica sempre!

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  4. Miguel excelente post que não merece reparos .
    Na minha óptica as melhores opções e mais possiveis seriam : Manuel Machado (treinador que venho insistindo desde o tempo do Paulo Serge) , Vitor Pereira , Marco Silva , Peseiro e Domingos Paciência .
    Apesar de ter a convicção que Costinha tem tudo para singrar num grande (pela maneira como põe as equipas a jogar bonito e a marcar muitos golos) acho obviamente arriscado apostar neste momento nele .

    Tudo o resto de portugueses , é o tipico treinador português do momento que é resultadista , e procurando sempre jogar em transição e em bloco baixo é apenas bom para equipas médias .
    Aliás o próprio marco silva é um inédito pois já se viu a sua dificuldade em assumir o jogo contra autocarros , penso eu ser o Estoril uma das equipas que mais perdeu pontos em casa á custa disso .
    Outlaw4776

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  5. Preocupado pela sucessão de Jesualdo Ferreira ? Eu estava preocupado era se ele ia ficar isso sim seria preocupante e como se viu em Braga tinha razão.

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  6. Anónimo,

    A sério que, de um post extenso e dum comentário (meu) igualmente longo, a única coisa que lhe mereceu comentário foi isso, ainda para mais quando eu explico os porquês?! Santo Deus...

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  7. * no lugar de "inédito" deve ser ler identico !

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  8. Excelente post Miguel.

    1º que tudo dizer que não acredito na saída de Leonardo Jardim por diversas razões. A 1ª e talvez a mais importante é o facto do próprio Leonardo Jardim ter dito ainda ontem que está a meio de um projecto e vai ficar no Sporting CP. Duvido também que, mesmo tendo em conta o "peso" que Jorge Mendes tem no Monaco, Leonardo Jardim seja das primeiras escolhas para treinar o clube francês. Apesar de lhe reconhecer grandes competência não me parece que já tenha feito o suficiente para ser treinador de um clube que quer ser campeão contra o PSG e chegar o mais longe possível na Champions.

    Relativamente ao sucessores que apontaste(os realistas), a minha preferência recai sobre Vitor Pereira. É um treinador muito competente, que preparada muito bem a sua equipa para todos os momentos do jogo, Tendo por base o que foi o seu Porto, podíamos esperar um Sporting muito organizado, quer em organização defensiva quer organização ofensiva, preparado para jogar contra modelos de jogo mais defensivos ou ofensivos.

    Para finalizar, Marco Silva. Reconheço-lhe todas as qualidades que lhe são atribuídas. No entanto, e como o Out bem disse, o Estoril perdeu muitos pontos em casa este ano. Este Estoril tem como principal arma a transição rápida defesa/ataque, e mostra algumas dificuldades em jogar um futebol mais apoiado. Como contra o Sporting CP quase todos os adversários "dão" jogam mais recuados, terá Marco Silva capacidade para ganhar esses jogos? Caso ele assine mesmo pelo Sporting, a 1ª coisa que irei fazer é ver um ou dois jogos do Estoril contra adversários mais recuados para tentar perceber os princípios de jogo quando tem de assumir o jogo.

    Nota: Nuno Espirito Santos e Pedro Martins já têm um novo clube, pelo que não deverão ser hipóteses para o Sporting.

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  9. MS espero que não tenhas ficado ofendido por sugerir o Peseiro para o Sporting :D

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  10. jpaulo, outlaw, MS e Honoris, antes de mais agradecer os vossos elogios e disponibilidade para comentar o artigo.

    Mauro,
    Concordo contigo quando dizes que Marco Silva tem a cara do projecto que Bruno de Carvalho está a implementar no clube e face às condições financeiras em que vivemos, seria a opção mais viável (isto é, custo - qualidade). É um treinador moderno, que parece ser bastante comunicador e interactivo com os jogadores (esse foi um dos problemas de Fonseca no FC Porto, não se deu de imediato com metade do plantel), conseguiu resultados bastante positivos e não é nada raro tirar pontos aos ditos grandes. Quero isto dizer que para o consumo interno parece-me a melhor opção, mas confesso que me preocupa um pouco a exigência que irá ter em Alvalade, muitos treinadores apesar de talentosos não conseguem lidar com a mesma, e isto numa época de Champions League acho que era importantíssimo ter alguém que guiasse a equipa, que já tivesse experiência nestas fases e não que estivesse em período de habituação. É neste contexto que inseria o Vitor Pereira. Melhor que ninguém, lidou bem com a pressão (e foi sempre contestado) de um plantel como o do FC Porto, recheado de egos e a sua equipa, em organização defensiva e ofensiva era das melhores. Claro que o plantel também ajudou a tais feitos, mas é uma aposta que teria menos risco e que podia ter vários beneficios (era uma chapada no FC Porto e uma hipótese forte de superar Jesus contras o Benfica).
    A questão é, estará ele disposto a aceitar o compromisso com o Sporting? Há 2 anos diria que não, aliás o próprio frisou isso mesmo, mas depois da experiência no médio oriente, o VP sabe que precisa de um desafio deste nível para voltar a ser destacado e tão cedo poderá não ter nova oportunidade (aliás, a não ser que PC admita o erro, não estou a ver outra hipótese já que seria impensável LFV investir nele). Tenho também algumas reservas quanto à alteração de modelo de jogo ou de um plano B e quanto ao desenvolvimento e potencialização de novos jogadores, mas também as tive com o LJ - que mostrou-se à altura das exigências desta última questão.
    É esperar para ver, os jornais ainda vão correr alguma tinta sobre estas matérias.

    Outlaw,
    De todos os treinadores que mencionaste apenas equacionaria VP, Marco Silva e Manuel Machado, mas como último dos recursos, apesar de estar cada vez melhor, a meu ver. Os restantes treinadores estão queimados em Alvalade e dificilmente terão nova oportunidade (Costinha ainda tem um longo caminho a percorrer).

    Honoris, totalmente de acordo com as tuas questões :)

    Abç

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  11. vsn7647,

    Da mesma forma que não fico ofendido quando sugerem VP, MM entre outros. Eu sei as opções que tomaria em consideração, da minha parte, tu saberás as tuas, o Honoris as dele, o Miguel idem, o Diogo e por aí adiante. Quanto a JP especificamente, se é pelo futebol ofensivo venha ele, depois tratas tu de arranjar um adjunto ao nível dum LJ, por exemplo, para lhe ensinar como é que uma equipa de futebol tem que defender...

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  12. Miguel,

    Chama-me calculista, se quiseres, mas acho mesmo que no panorama actual, MS é o mais indicado, não menosprezando qualquer um dos outros.

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  13. Rui Marcelo12/5/14 20:58

    Bom Post.

    Não sei se é coincidência ou não, mas as 3 capas de hoje mencionam a saída do Leonardo, mesmo depois do discurso dele de ontem, que ao que levava a querer que iria ficar.
    Eu já á muito dizia no chat, que os seus discursos eram estranhos e não me davam grande confiança na sua continuidade, e hoje ainda continuo com esse mesmo sentimento.
    Na verdade o historial dele também não ajuda muito, nunca foi um homem muito cumpridor nos seus contratos, mas estando ele no clube do seu coração, talvez o ponto mais alto da sua carreira e o seu maior sonho, o paradigma possa mudar.
    Por outo lado está o interesse do Monaco, um clube em crescimento com muitos milhões para investir e um projeto aliciante, tudo o que um treinador ambiciona!
    Caso se deva a sua saída, gostava muito de ter o Unay no comando da nossa equipa, mas esse acho que é quase impossível, por isso apostava em Marco Silva um treinador conhecedor do nosso futebol e com um bom trabalho deixado no Estoril.

    SL

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  14. Marco Silva tem acordo com os lampiões desde o ano passado. Foi por isso que não foi para o porto há um ano, nem em Janeiro. JJ vai sair e ele é o seu sucessor.
    Para o SCP gostava de Vitor Pereira, pelas razões muito bem explicadas no texto. Caso não seja possível, há bons treinadores llivres e disponíveis (Fernando Santos, Jesualdo Ferreira).
    LJ quer e, provavelmente, vai sair. É notório que não está em sintonia com BC e percebe que não lhe vão dar as condições necessárias para atingir os objectivos propostos para o próximo ano. Assim, percebe que com esta época conseguiu o máximo que poderia atingir nestes dois anos de SCP, sendo que no próximo ano será muito difícil repetir igual campanha, pelo que, sendo um treinador jovem e ambicioso, este é o momento certo para sair por cima.
    Há ainda outro factor, os empresários dos treinadores: LJ e MS, tal como JJ, são representados por Jorge Mendes, empresário que sempre beneficiou os lampiões (basta ver os negócios deste ano: silvio, Pizzi, em Janeiro - 45milhões e os jogadores ficaram no clube).

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  15. Na minha opinião, Leonardo Jardim tem que ficar no Clube. Trata-se de um trabalho de reestruturação de 2 anos e não podemos descartar trabalho fora.

    Foi sempre este o problema ao longo destes anos e estamos a cair no mesmo erro. Há que ganhar firmeza e fazer um pouco mas de esforço para manter o mister.

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