Próximo Jogo

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05/08/2014

A três quintos do desejado

A menos de uma semana para se disputarem os últimos dois jogos da pré-temporada, referentes ao Troféu Teresa Herrera, estamos a 3/5's do que se espera da equipa. Ainda assim, mesmo após uma pré-época positiva, as dúvidas que se nos assombram são ainda muitas. Quer individual quer colectivamente...

No plano colectivo, é visível e o notório o upgrade exibicional da equipa, com um tipo de dinâmicas mais complexas (mas ainda não tão bem assimiladas), num registo de jogo aparentemente mais ofensivo e mais pensado mas onde ainda faltam claramente opções. Nem tanto na frente de ataque onde, se não sair ninguém ninguém, Fredy Montero, Islam Slimani e a semi-surpresa Junya Tanaka oferecem garantias (ainda que cada um no seu estilo próprio), mas nas alas. Shikabala, Diego Capel, Héldon, Carlos Mané e André Carrillo fazem número mas, à excepção do peruano (que, a julgar pela pré-temporada, parece embalado) e do jovem português, muito a espaços, os restantes três são qualitativamente parcos para o que a equipa vai necessitar deles.

Ao seu estilo: Shikabala e a sua mestria técnica, Héldon e a sua velocidade e Diego Capel e a sua (...) relutância técnica, têm, ainda assim, qualidades que devem ser exploradas, potencializadas e rentabilizadas, individualmente, mas, inseridos no âmbito do trabalho colectivo de toda uma equipa, parece-me que terão dificuldades em evidenciar-se. Ou, pelo menos, ao nível que se esperaria que pudessem render. O egípcio é porventura o exemplo mais vincado disso... Neste momento, não esquecendo os B's Iuri Medeiros, Ricardo Esgaio ou Ousmane Dramé (entre outros), parece-me óbvio que conviria reforçar as alas do ataque leonino com alguém que visse fazer claramente melhor que os que já temos...

No sector intermédio - claramente o ponto forte deste plantel - Oriol Rosell (ainda que num estilo divergente do de William Carvalho), parece uma escolha que, para além da naturalidade, oferece fiabilidade à equipa, João Mário evidencia o talento e a classe que já todos lhe reconheciam, embora precise melhorar ainda os índices físicos, Adrien Silva está ao mesmo nível (senão melhor) do que nos mostrou na época passada e André Martins, mais próximo do avançado, tem vindo a demonstrar finalmente as suas melhores valências desportivas. Simeon Slavchev tem vindo a fazer uma pré-temporada intermitente, oscilando entre boas e más exibições, mas parece ter a capacidade técnica e o potencial para melhorar substancialmente.

Deixei as considerações acerca de Ryan Gauld para o fim, até porque, por ora, praticamente não teve tempo de jogo (ou, pelo menos, o suficiente para se avaliar o que realmente poderia emprestar ao desenho técnico-táctico desta equipa). Dotado de uma técnica e uma visão de jogo excepcionais para um miúdo da idade dele, mas vindo de um campeonato inferior ao nosso - a todos os níveis -, chegado a uma realidade social completamente diferente, a sua adaptação pode demorar. Aliás, se apenas o estágio etário contasse, apesar de ter custado 3M €, convém sempre lembrarmo-nos que Gauld estaria agora inserido no plantel júnior. Não faria grande sentido, de facto, mas serve apenas para lembrar que o escocês não é ainda um jogador feito - longe disso - e terá ainda muito que labutar até poder comprovar todo o seu valor. Até lá, a virtude da paciência (dele e dos adeptos) e a sabedoria de quem o treina serão cruciais!

Na sector defensivo, mal Rui Patrício chegou e já mostrou as credenciais que o elevam ao estatuto da titularidade indiscutível. O seu natural substituto, Marcelo Boeck, pode ser muito esforçado, muito prestável mas, se há algo que demonstrou de novo nesta pré-temporada é que está num patamar (bastante) inferior ao do internacional português, apesar dos lobbys de conveniência existentes nas discussões não só entre rivais mas entre Sportinguistas também.

Nas laterais, Cédric Soares e André Geraldes na direita, antíteses um do outro, Cédric de pendor mais ofensivo e Geraldes de pendor mais defensivo. Se de Cédric já sabemos com quem contamos, com o ex-belenense as dúvidas subsistem. Da minha parte, reconheço-lhe qualidade na mesma medida em que lhe reconheço dificuldades em evidenciá-la (a falta de escola e a súbita mudança para um Clube de nível imensamente superior fazem-se sentir) não tendo grandes dúvidas que se tornará muito mais competente num futuro próximo. Ricardo Esgaio, que detesto ver fazer esta posição, pode ainda assim funcionar numa espécie de 3ª opção, conforme o que se pretenda daquela posição específica. Na esquerda, para já só há Jefferson que entrou em 2014/15 numa péssima forma física. Apesar de estar finalmente "a entrar nos eixos", é evidente que o brasileiro se sente algo acomodado com a falta de concorrência. Ao que se diz e escreve, o lateral-esquerdo argentino Jonathan Silva estará próximo de concretizar a sua mudança de La Plata para Lisboa, o que acabará com esse problema. Porém, chegado já com a pré-época a acabar é de se esperar que não seja opção imediata.

No centro da defesa, Maurício e Marcos Rojo (se o argentino não sair) serão os "donos" do lugar, sem grandes discussões. Juntos formam a dupla de sucesso de 2013/14, pelo que não há grande necessidade de a desmantelar. Numa 2ª linha, Paulo Oliveira (ainda claramente a precisar de rotinas, mas em crescendo exibicional) e Ramy Rabia - que não conheço mas do qual as informações são muito positivas - parecem oferecer garantias de qualidade. Já Naby Sarr, apesar de recém-contratado (fez ontem apenas o 1º jogo, que não lhe correu de feição mas também não foi sempre mau) parece-me que servirá num âmbito de reserva, oscilando entre os plantéis A e B, conforme a necessidade, juntamente com Tobias Figueiredo. E já que falamos de defesas-centrais, Rúben Semedo, também integrado na Equipa B, teria muito mais a ganhar com um empréstimo a uma equipa de média expressão da Primeira Liga, onde pudesse jogar regularmente, aumentando os níveis de competitividade, de concentração e de rapidez na decisão, factores onde ainda peca muito.

Para finalizar, depois de uma boa pré-época, vamos finalmente disputar o Troféu Teresa Herrera onde se espera apresentarmos a equipa já muito próxima da sua máxima força, o(s) último(s) grande(s) teste(s) antes do início da Primeira Liga, agendado para o próximo dia 16, Sábado, pelas 20h30, na deslocação a Coimbra, para disputar a Associação Académica local. Uma pré-época - mais uma - onde as opiniões entram sempre no âmbito dos 3 em 5: três pessoas em cinco a favor e 2 contra, e vice-versa, onde ninguém se entende porque não há meio-termo. Não há racionalização, não há gestão de expectativas, não há muitas vezes sequer bom senso. Já sabemos o que a casa gasta, infelizmente.

Até final de Agosto, haverão ainda entradas e saídas no plantel, os ajustes finais que, ao bom modo tuga, ficam sempre para o fim. Desejando que não saim muitos - se tanto, um - daqueles que acabaram por formar o centro de equilíbrio da equipa na temporada passada (Rui Patrício, Marcos Rojo, William Carvalho, Adrien Silva, André Carrillo e Islam Slimani), sem menosprezo para nenhum dos outros, e não tendo especialmente grandes expectativas - já o referi algumas vezes em posts anteriores - há que apontar as baterias aos troféus, onde as taças nacionais assumirão preponderante importância, não perdendo nunca de vista o tão ansiado título que nos foge já há 12 anos.
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11 comentários:

  1. boa tarde
    excente poste concordo em tudo contigo
    sobre o gauld ainda bem ke falas nele pois os papagaios do chat so kerem ver ele jogar nao teem calma obrigado julio

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  2. Excelente post! Mais um.
    O seu autor está a ficar como o vinho do Porto.

    Concordo inteiramente com a análise feita.
    Penso que a equipa, neste momento, em termos de plantel, está muito próxima do que seria a perfeição, atendendo às possibilidades do SCP.
    Dando por assente a contratação de Rabia, falta "apenas" um defesa esquerdo e "o tal" extremo para se completar, na minha opinião, aquilo que seria o plantel ideal - dentro das possibilidades económicas do clube, repito.

    O problema é que irão sair, seguramente, uma ou duas daquelas que são as pedras-chave desta equipa - o seu "centro de equilíbrio", como se refere no último parágrafo do post - ou seja, Rui Patrício, Marcos Rojo, William Carvalho, Adrien Silva, André Carrillo e Islam Slimani.
    O que, sendo necessário para o equilibrio das contas do clube e satisfação dos compromissos assumidos, enfraquecerá este grupo.

    Veremos se o treinador conseguirá re-equilibrar a equipa.
    Conto com isso.

    Jarvalho

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  3. Jubri

    Sendo eu um dos papagaios visados gostava que me explicasses, na tua opinião, quais são os motivos para que o Gauld não jogue e quais são os problemas que podem surgir se ele for utilizado.

    SL

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  4. Também não percebo a denominação de papafaio, Jubri. Eu sou da opinião que a utilização do gauld, em pré época, de 5min a cada 3 jogos roça o ridículo.

    Não entendo como os argumentos da adaptação, idade e outros podem justificar esta estratégia. A única razão para isto é a de que, pelo menos para já, o puto não conta para o treibador. O que é legítimo, mas se torna estranho tendo em conta o que se pagou pelo jovem escocês há cerca de um mês.

    No fundo acabo por te fazer a mesma pergunta que o honoris fez. Econfesso que estou curioso com a resposta.

    SL

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  5. Jubri,

    Estás on-pont, mas não é com termos jocosos como o que usaste que fazes valer a tua opinião.

    Honoris e Diogre,

    O vosso alcance de análise é deveras curto, desculpem-me que vos diga. O facto de ter custado quanto custou e o facto de precisarmos de opções para outros lugares não é justificação alguma para nada. Cada caso vale por si!

    Além do que escrevi no post, o nível de expectativas dos adeptos perante a contratação do Gauld - que são legítimas em qualquer caso - estão (ou são) de todo exacerbadas. O que acontece, de resto, com todos os jogadores que chegam com o selo de "criativos". É legítimo, mas não é de todo racional achar que X ou Y jogador tem que jogar, porque há vontade, ânsia até, em vê-lo jogar, ou por qualquer outro motivo que seja.

    Neste aspecto, e em desconhecimento, estou perfeitamente ao lado de Marco Silva quanto à sua não (ou escassa) utilização, por agora. Dir-me-ão vocês que é preciso ele jogar para se ir adaptando, e dir-vos-ei eu que é preciso ele estar mais adaptado para ir jogando, estando já muito mais à-vontade em campo, com os colegas, com o treinador, com o tipo de jogo e com o que dele se pede.

    Reafirmo, se 3M são suficientes para que se justifique com isso que alguém tem de jogar, então Diego Capel também tem que jogar, independentemente do resto. Quanto tempo esteve Diego Reyes no FC Porto sem jogar sequer no plantel B, custando muito mais, por exemplo? Relativizem lá as coisas. E não reduzam tudo ao factor económico, fazendo querer que o cenário é pior que o que factualmente existe. Até porque, tendo sempre que ser levado em conta, nunca será justificativa alguma quanto ao âmbito desportivo...

    De resto, não gosto desse pretensiosismo à la Cataratas de Mercado, de que algo está errado (...) porque está errado, e ponto final.

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  6. Mauro

    Não é pretensiosismo, simplesmente se baseia em argumentos logicos. Digo isto porque não entendo a pedagogia da gestão da adaptação do miúdo ao Sporting.

    Comecemos pelo preço. O que se pagou por Gauld é significativo, penso que todos concordam. Isso quer dizer, em princípio, que as expectativas de rendimento desportivo e/ou financeiro com o escocês são elevadas. Comparar com o Capel não faz quanto a mim grande sentido, porque não foi uma opção desta estrutura. Se a expectativa é grande, concordo contigo que se deve integrar com o máximo cuidado.

    O primeiro passo para isso será percebber o que o jogador pode dar à equipa no imediato, e usar esse nível como pomto de partida para evoluir. Como é que estes 5min de 3 em 3 jogos permitem isso? Nao percebo, sobretudo em jogos de suplentes como o de ontem.

    Pergunto-te tambem, Mauto, concordando com esta estratégia, como achas q vai ser a época do gauld? Na b? Na bancada? Emprestado?

    Um abraco e SL

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  7. Rise2Glory5/8/14 22:01

    Boa noite,

    Concordo com este post e penso que o titulo do mesmo se adequa na perfeição ao sporting que temos visto até agora.

    A questão é saber se o mesmo consegue passar dos 3/5 para os 5/5 a tempo do início do campeonato.

    Cumprimentos

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  8. Diogre,

    No teu caso pode até não ser pretensiosismo, mas não deixas de estar longe da perspectiva mais ponderada. Já o nosso colega, que tudo sabe, é outro assunto.

    Não sei se o escrevi nalgum post - julgo que não - mas disse-o várias vezes entre nós: o que o Sporting está a fazer em termos de mercado neste defeso tem pouco de presente e muito de futuro ou, excepção feita ao japonês, não estariam a comprar jogadores ainda tão jovens. Tendo isto em conta, a significância do montante despendido num jogador e o rácio da sua utilização imediata não têm que ser factores convergentes, e menos ainda quando Gauld assinou não por 5 anos mas por 6 (deixando antever, desde logo, que o seu 1º ano seria uma espécie de estágio profissional).

    Mas vamos então ao factor económico: até ora gastaram-se pouco menos de 10M € em contratações, esperando-se ainda Jonathan Silva, por sensivelmente mais 3M €, e veremos se não chegará ainda mais algum por valor semelhante ou até superior. Conclusão? Temos dinheiro, e margem para entrar por uma estratégia destas, caso contrário não estaria a ser feito desta forma, independentemente de podermos ter que vender um (ou mais) jogadores para equilibrar as contas - logo se verá.

    Subsequentemente, e já que não aceitas o exemplo-Capel: Naby Sarr custou 1M€ (potencialmente 2M €), portanto, por essa lógica, também será para jogar já, numa espécie de semi-titularidade?! Não me parece, de todo. Aliás, o que me parece está escrito acima, no post... O que se gasta num jogador é ou pode ser indicativo do seu valor e/ou potencial, mas nunca será um factor condicionante de obrigatoriedade ou não de utilização mais ou menos regular. Ponto assente...

    A expectativa de que falava, para além da Direcção e Equipa Técnica, é a nossa: a expectativa que, mesmo depois de incontáveis (maus) exemplos, continuamos a não saber gerir, inventando mil e uma desculpas. É assim que se idolatram ou "flopizam" jogadores. Irracionalmente, quero dizer... e a desculpa de que a pré-época serve para dar minutos a todos, experimentar e aferir opções, só é verdade até certo ponto. Neste caso de Ryan Gauld, muito particular, poderia funcionar o feitiço contra o feiticeiro, como acontece a muitos outros. Sim, porque também se "queimam" jogadores nas pré-épocas...

    Como eu acho que vai ser a época do Ryan? Parca em utilização na equipa A (pelo menos até Dezembro, quando e se começarem a surgir os habituais problemas físicos e disciplinares) e não me parece que treinar (ou sequer jogar) na Equipa B contribua alguma coisa para a sua evolução (podendo contribuir para a forma física e ritmo competitivo). O empréstimo, para já, está fora de qualquer plano e, a meu ver, bem: em Alvalade tem bem mais condições para evoluir, mesmo não jogando. Na bancada? Muitas vezes, sim, algumas no banco e muito poucas a entrar.

    Sim, porventura poderia ter tido mais minutos nesta pré-temporada, mormente naqueles jogos menos exigentes (i.e. versus Selecção dos Açores, Al-Ittihad ou até contra o Boavista FC), mas Marco Silva decidiu mantê-lo mais debaixo de asa. Se mais bem ou mais mal saber-se-á depois. Bem depois das considerações taxativas que se fazem sobre a não utilização dele vs. o talento que toda a gente tem a certeza que tem para dar e vender. Como eu tenho a certeza que o Shikabala o tem, individualmente, já colectivamente a história muda de figura, tipo Ricardo Quaresma mas ainda menos consequente.

    de facto, dizer bem nunca "vendeu" tanto como dizer mal. É só mais uma característica muito nossa...

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  9. Anónimo5/8/14 23:30

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  10. Sportingues6/8/14 17:46

    Boas
    Neste site pelos vistos ninguém pode criticar a actual direcção em certos aspectos, porque surgem logo as virgens ofendidas em defesa não do SCP mas das pessoas que estão a gerir os destinos do nosso clube.

    1) Para quem quer transparência , defende as boas práticas e o profissionalismo, faz algum sentido , o presidente levar a filha para o estagio na Holanda da equipa profissional de futebol ? Os jogadores foram para uma festa?Criticaram e bem os gastos com jantares nos intervalos dos jogos e essas viagens de familiares também aos Açores e ao Canadá,foram pagas pelo SCP?
    2) Ryan Gauld
    Não queria que este jogador que têm potencial vire um novo "Celsinho".Se o ano passado fez mais de 20 jogos no campeonato da Escocia e foi eleito algumas vezes como um dos melhores em campo, porque não pode jogar na pré-época? Apesar dos 18 anos, fez mais jogos do que o Slimani , por exemplo.
    3) Sarr
    É correcto um jogador que mal chegou e fez um treino , ser convocado e ser titular quando por exemplo o Tobias Figueiredo fez o estágio na Holanda e até fez um bom jogo e nem se quer foi convocado?

    Vivemos num pais democratico e todos têm direto à sua opinião sem serem insultados e menos sportinguistas e certamente que não gostamos de sermos campeões de 18 em 18 anos.

    Sportingues

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  11. Sportingues

    Podes criticar o que quer que seja que aches que está mal. Mas deixa-me que te diga, que argumentos como "levar a filha para a Holanda" são ridículos. Nem tens informações que te digam que foi o Sporting a pagar. Não pode ter sido o BdC? Podes acusar o BdC de muita coisa, agora de não saber gerir as finanças do Sporting não. Tem sido exemplar nesse aspecto.

    O Gauld não vai virar Celsinho nenhum porque não há nada que indique que é mau profissional como o Celsinho era.

    Por ultimo, somos campeões de 18 em 18 anos porque infelizmente há muitos anos que não tinhamos um presidente a sério.

    SL

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