11/10/2015

Tudo bons rapazes#2 : Elegância é tudo

Alguns momentos recentes de outro bom rapaz (admirado de muita gente, inclusive sportinguistas que hoje se revoltam com as "atitudes" do atual líder leonino) que nem há muito tempo , "cresceu" para um jornalista obviamente guardado pelos SPDE , que momentos antes mostraram a sua autoridade/impunidade ao empurrar um agente da polícia do Porto  , depois eis uma atuação inesquecível num "painel" , e para finalizar ataca um jornalista da RTP que tanto o adora. Há quem não saiba de onde a expressão "incendiário" , quero recordar que vem deste bom rapaz quando um dia desejou ver "Lisboa a arder".





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2 comentários:

  1. Robert Gere da Reboleira13/10/15 09:34

    Tanto palavriado por causa de uma camisola e uns jantares. Em 2002 quando o Sporting foi campeão, soube que o árbitro da partida para o jogo decisivo com o Boavista tinha ido jantar com o Valentim Loureiro. Antes do jogo, Manolo Vidal fez saber ao árbitro que sabia do jantar e aquilo que ia ser um roubo transformou-se num jogo normal. Mas, pelo sim e pelo não, como sabia que o árbitro em causa tinha um problema de cleptomania, os dirigentes do Sporting deixaram no balneário boas toalhas e roupões e foi tudo foi parar ao saco do árbitro. Como correu bem ninguém se queixou.


    !ª fase: Os árbitros cediam à força do dinheiro
    2ª fase: Sexo e dinheiro na base dos favores
    3º fase: Cedem a "lobbies" que gerem promoções
    4ª fase: Para quê comprar um árbitro se podemos controlar os seus "patrões".

    Nota: Nenhum árbitro se vende por um jantar, ou por uma camisola. Os jantares estão pagos pela FPF e as camisolas, não fazem parte dos brindes coleccionáveis de um árbitro. O resto é ridículo.

    Marinho Neves

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  2. Quem exerce funções de juiz ou de avaliador, seja lá em que domínio fôr, tem de estar livre de qualquer influencia para poder decidir sem constrangimentos.

    Se antes de ir para o campo de jogo o árbitro vê que tem à sua disposição a oferta de um "galhardete" com o peso que tem a réplica da camisola do "Rei" Eusébio, e 4 jantares à borla, situação essa que se repete sempre que esse árbitro vai à Luz - e podem ser duas ou três vezes durante uma época, e aí já não são "apenas" 4 jantares mas 8 ou 12 - é óbvio que se vai sentir constrangido a, pelo menos na dúvida, apitar em benefício de quem lhe deu tais oferendas.

    E se estivermos a pensar em 4 ou 5 épocas seguidas, esse mesmo árbitro pode ter recebido durante esse período de tempo, no mínimo, 20 jantares (4 jantares x 5 épocas), podendo chegar a um total de 60 jantares (12 jantares x 5 épocas).

    Isto não condiciona um árbitro? Não o influencia?
    Parece-me óbvio que sim.

    Algum de nós teria a "lata" de oferecer um almoço ao examinador antes do exame de condução, ou a um professor antes de fazer uma prova oral?

    Parece-me óbvio que não, quanto mais quatro almoços para a família toda!

    Não queiram é deitar poeira para cima dos olhos.

    Num caso público bem recente, também eram só uns robalos que estavam em causa.

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